Que as redes sociais mudaram nosso mundinho quadrado, isso é fato. O que não é fato, é que na web o importante é ser ‘arroz de festa’. Então, de qual comunidade participar?
Aí vem a velha pergunta: qual seu target? Muitas empresas acreditam que a internet é a porta do mundo, mas esquecem para quantos mundos ela leva, e, não estão preparadas para encarar o paraíso e o inferno que podem se instaurar.
O Orkut ainda é o queridinho do Brasil, mas o Facebook está dominando – o que fazer? Twitter: quantidade ou qualidade? Blogs: criar inúmeros – que começam de forma profissional e descambam para a receita de bolo da tia do café – ou manter apenas um, em nome da empresa?
Como uma marca deve se comportar em um mundo, no qual especialistas dizem que as pessoas não conseguem manter um bom relacionamento com mais de 140 contatos, sendo que essas mesmas pessoas aceitam todos os convites?
É a mecanização do real e a humanização do virtual. Aos profissionais, deve-se aprender a conversar com esse meio, ouvir e agir prontamente, proteger a marca, ao mesmo tempo em que se promove sua expansão – sem fórmula mágica ou manual.
Estar presente é saber usar, literalmente, as palavras certas, com densidade – de textos a buscas – sempre cuidando para que o conteúdo não fique pobre ou complicado demais.
Já faz um tempo que as homepages deixaram de ser apenas “.com”, para agregarem fóruns, YouTube, etc. E cada uma dessas comunidades requer um material próprio, com uma linguagem adequada, frequência e utilidade – novamente a pergunta: você conhece seu target?
Tudo que é publicado na internet pode e deve ser medido. Esse é o feedback do mundo online e a chance de aproveitar oportunidades, ou fugir de problemas. Na internet não importa se é varejo ou institucional, a marca é sempre o destaque, para o bem e para o mal.
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Dica: www.tecnisa.com.br/arquivos/trabalhosacademicos/CaseTecnisa_Web2.0.pdf