
Muitas empresas estão tentando abraçar o mundo virtual com pernas reais. É o frenesi da web 2.0, da new media, das redes sociais e alguns modismos a parte.
Um exemplo clássico-moderno são os links patrocinados. Eles surgiram como a solução dos problemas de muita gente com pouca grana. Vendiam a ideia de uma comunicação de baixo custo, eficiente, e de retorno rápido. Porém, para se apostar nessa ferramenta, que é sim, uma boa opção, é necessário conhecer bem seu público, conhecer o provedor a ser utilizado, quais assuntos são de interesse e quais páginas seu target costuma buscar. Ter um endereço eletrônico também é essencial – parece óbvio não?! mas muitas empresas que anunciam não tem um domínio na internet.
Há 3 tipos de links patrocinados: palavra-chave (keyword); assunto; e perfil (ainda exclusivo do UOL).
Atualmente existe um concorrente para as keywords do Google (AdSense). É o in-text-advertising da HOTWord. Suas ‘palavras mágicas’ (com duplo grifo!), apresentam um contexto diferente: ao passar o mouse, podem aparecer texto, vídeos, animações ou imagens – depende do formato escolhido pelo anunciante – sem interferir no conteúdo da página e sem exigir o clique no link para saber da mensagem.
Esse sistema, por enquanto, é antifraude (até programas especializados em gerar falsos cliques existem na internet).
As keywords são fundamentais, pois, se mal escolhidas (algumas empresas criam verdadeiras palavras-suicídio), não apresentarão o resultado esperado.
Portanto, antes de comprar um dicionário online, saiba que conteúdos de relevância, qualidade nos anúncios e ética são a verdadeira ‘chave’ para o sucesso.