Sei que nossos diretores de marketing, nossos diretores executivos, nossos clientes em geral, são todos visionários. E são visionários porque estão dispostos a reinventar o seu cotidiano, porque são capazes de escrever seu próprio caminho, mesmo correndo o risco de não serem compreendidos. Sei, acima de tudo, que nossos clientes têm a obrigação de inovar, e inovar é sempre correr um risco.
Bem, essa não é uma história dos tempos modernos, apenas já houve um tempo em que estava mais claro aos homens que era preciso correr riscos para prosperar. O que me parece é que em tempos de crise, é preciso lembrar, mais do que em tempos de prosperidade, de que a mudança sempre esteve em nossas mãos, em nossas atitudes.
No início dos anos 90, os resultados da Philip Morris caíram. Depois de décadas de sucesso da marca em relação aos seus concorrentes mais baratos e “sem Logo”, a marca de Marlboro cortaria seus preços para concorrer com as marcas baratas. Este fato, esta crise digamos, deixou evidente dois tipos de atitude: os alarmistas, que pregaram a volta da concorrência por preços e o fim da era de marcas. E do outro lado, os que já estavam preparados para a nova era. Sim, naquele mesmo período a Nike por exemplo dobrou seus investimentos em valor de marca, e nos anos seguintes colheu os frutos de sua ousadia frente à realidade.
Pois é precisamente isto que acontece quando a capa da revista anuncia “A crise do século”. O copo sempre está meio cheio para uns e meio vazio para outros. Agora, um pai jamais diria a seus filhos que amanhã talvez não haja o que comer, porque amanhã é sempre um novo dia. E também acredito que um guerreiro jamais diria a seus soldados que uma guerra é impossível de ser vencida, porque primeiro precisamos vencer a nós mesmos. Talvez o medo seja apenas o medo de começar, o medo da sombra e da dúvida. O medo do desconhecido. Talvez o que nos aflija seja – o que dizer então? Esconder a verdade ou encarar a realidade? Porque a diferença é pequena, mas substancial. Não deixe a oportunidade passar.
O novo sempre vem. E tenho orgulho de compartilhar com vocês, visionários, o fato de que estarmos prontos para encarar a realidade. Se preciso, com limão e gelo, mas sem nunca duvidar de que esperamos a vida inteira por este momento. Porque a evolução da humanidade nunca foi tão rápida quanto em tempos de crise. Afinal, a nova geração vai empurrando a anterior até que ela abra o caminho, mas durante todo este tempo apenas esperamos e, pacientemente, aprendemos o caminho.
Para os pessimistas sempre há uma crise, a que passou, a que se instala e a que está por vir. Talvez a única crise do pessimista seja seu próprio medo de aceitar que o tempo passou e ele ainda não viveu. De que o tempo passa e ele não está fazendo algo inspirador.
Portanto, meus caros visionários, lembrem-se de que vocês são a nossa maior inspiração. Lembrem-se de que sem vocês o mundo fica velho, e nós jovens ficamos sem a oportunidade de encantar o mundo. Acima de tudo, não esqueçam de fazer algo inspirador em suas vidas. Como dizia o poeta, nada melhor do que acordar e ir dormir e, entre uma coisa e outra, fazer o que gosta.
Parabéns pelo maravilhoso texto.
Visionários são escassos no mercado, hoje a regra básica nas organizações é seja assim ou assado e se quiser tirar férias pode perder o emprego.
O visionário conta com algo que os profissionais padrão não possuem que é um senso de inovação, de surgir com oportunidades inesperadas, coisas inusitadas desafiando qualquer estatística, pesquisa ou mesmo um conhecimento acadêmico.
O visionário inova sem ser chamado, sem ser citado, apenas inova e cria o novo, ele é o incomodo para os bitolados, os enraizados, os corporativistas que seguem a metodologia padrão, são pedras dos que inventam manuais de como fazer ou conquistar…
Não acreditamos em fórmula para o sucesso, tiramos o coelho da cartola, kkkk.
Nós visionários, acreditamos em sonhos o impossível é realidade para nós, apenas realizamos nossos desejos mais internos e obscuros, buscamos fontes inspiradoras que permeiam nossa imaginação, simplismente acordamos com algo novo e vamos em busca daquilo.
Vendemos aquilo em que acreditamos, diferente de muitos.
Pergunto porque simplismente não entendem o grau imenso de realização que sentimos por desafiar o desconhecido, o novo, a maioria dos profissionais de RH ou gerentes “super stars” quando se deparam com um visionário que entrevista para ser subordinado, apenas recua, tem medo de contrata-lo e perder seu “posto” como na maioria das organizações. O mundo gira, tudo muda e pessoas se aprimoram, mas obviamente defende sua cadeira e não o objetivo da organização.
É incrível o medo que sentem em contratar um visionário, o mercado prega que buscam inovadores, empreendedores, visionários, mas contratam o metódico porque é mais seguro, isso pra mim é uma tremenda falta de visão e medo, obviamente ninguém põe na reta mas se o cara contrata e esse acerta em uma idéia, nossa… “Quem contratou fui eu hein”.
Babacas hehehe, Papagaio de pirata!
Muitos buscam realizar seus sonhos mais contidos e se frustam pela necessidade de se limitar as regras e processos organizacionais burocráticos e hierarquicos implantados pela sociedade atual e vagarosamente a duras penas, percorremos os processos de produção de Ford ao servir ao próximo e a inversão da pirâmide na escala de produção.
Cada vez mais o cliente é o foco e o amanhã o que nossos pensadores descobriram, que o foco na verdade deve ser primeiro o individuo, cliente e por último a presidência?
Quem no mundo tem a vedade como pregam aí fora?
A hipocrizia da sociedade moderna é abastadoramente imensa e débil, tudo na nossa cara e aceitamos e engolimos seco.
Grandes bancos pregam que preservam o ambiente, propagandas que investem no ser humano, cuidam do seus negócios, tem todas as soluções para você, tudo é para você, isso se vc der as calças para eles, seu sangue, apenas tudo, com um juros extratosférico e achamos isso lindo, nossa olha aquele banco e ou o outro, nossa tenho conta nesse ou naquele, recebi cartão ouro com diamantes e quando passa no cx eletronico sai até perfume de notas de R$ 100,00.
Comprem suas misérias diz o banqueiro!
Nós é que pagamos essas mediocridades.
Gerentes sendo infartados pela pressão de metas, profissionai se matando com todos os tipos de angustia, pressão e podridão empresarial. Que Absurdo, Abuso.
Drogas no RJ por exemplo: porque tem tanta droga, porque a sociedade reclama?
Quem consome droga do RJ ou SP por acaso é o cara da Australia, claro que não, é a própria sociedade que se consome pela podridão e mascaras que vivemos, indivíduos numa sociedade falida tentado se achar, como ser mais popular, ganhar mais, consumir, se acalmar, ficar legal na boa, mais e mais e mais, não tem limites, não tem freio, estamos acabando com todos os recursos naturais.
Regras são para quem as inventam.
Mente aberta não são doutores de Pós bitolados e aficcionados em suas neuroses. Coordenadores de faculdade frustados por serem obrigados baterem metas de ensino com 90 doidos semi analfabetos em sala para ensinar.
Servimos a quem no mundo, será que para 500 empresários mundais que detém o poder capitalista na bolsa de valores ou a nós mesmos?
Onde está o indivíduo em primeiro lugar nessa sociedade caótica?
Porque as pessoas tem medo de inovar, de arriscar, de se expor, de apenas viver?
O mundo não seria mundo se não fossem os visionários.
Vivi sem medo, matei diversos leões, arrisquei, entusiasmei, inovei, apostei em meus sonhos, visionários e a maior recompensa foi a realização!
Muitos não compreendem o porque das coisas, não entendem porque um visionário faz certas coisas, mas somos o que somos, Amém!
Aos que entendem o que é ser Visionário. PARABÉNS!!!